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E a Vida continua no Butão

Ninho do Tigre

Comentei, em material anterior, a essência que gera a felicidade butanesa que é medida pelo FIB – Felicidade Interna Bruta – um índice estabelecido pelo governo. Agora, mais alguns fios coloridos da imenso tecido que estampa a beleza e a sensibilidade deste povo, destacam a história, a mitologia e a religiosidade do Butão

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Butão – Uma Experiência Iluminada

Monges Budistas

Monges Budistas

Esta pequena monarquia budista, aos pés da Cordilheira do Himalaia, espremida entre as gigantescas China e Índia, tenta juntar-se ao mundo moderno sem perder sua alma.

“Butão? Onda fica mesmo?” Essa é a primeira reação das pessoas que ficam sabendo que você está indo para este longínquo país. E a segunda, vem daquelas que leram ou assistiram um eventual documentário: “Ah, aquele país com as pessoas mais felizes do mundo?” No ano de 2012, munida de algum conhecimento fotográfico, muita curiosidade e um certo espírito aventureiro, embarquei para o Butão sentindo-me parte daquele segundo grupo de pessoas. Na verdade, um pouco mais – além da busca do conhecimento e de belas fotos, eu buscava uma experiência acima de tudo espiritual, algo que marcasse minha vida. Assim começou o meu entendimento do que poderia ser a real felicidade.

Pelas minhas leituras preparatórias para a viagem, eu sabia que o Butão tinha uma área não maior que a da Suíça e que 70% de sua população de aproximadamente 650 mil habitantes vivia da agricultura, sendo que apenas 10% de sua terra era arável. Falava-se “dzonkha” como língua nacional na maior parte do país, além do inglês que é ensinado nas escolas. Sabia também da prática do Budismo e da monarquia democrática. Dados desconectados na minha cabeça – a comida apimentada, a vestimenta tradicional e exótica, os monges de bordô e laranja, os mosteiros, as montanhas… puro imaginário!

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Ribeirinhos Amazônicos

Relação forte com o rio

Relação forte com o rio

Eles vivem em comunidades às margens dos rios Amazonas, Tapajós e Arapiuns, na Amazônia Paraense. São descendentes das etnias borari, tapajó, badajó, arapium e munducuru, mas estão num processo gradual de miscigenação com europeus e brasileiros de outras etnias, principalmente do Nordeste. Ainda trabalham no roçado e na pesca artesanal, mas caminham a passos largos para outras produções de renda como o ecoturismo e o artesanato. Não abandonam sua história e são os verdadeiros guardiões da Amazônia!

 

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Quem tem Medo de Aranha?

Chegar na comunidade de Jamaraquá, dentro da FLONA – Floresta Nacional do Tapajós, em si é uma aventura. Eu dirigia um carrinho alugado, espiava um mapa “artesanal” no banco do carro e lidava com a sensação de “acho que estou perdida, quase anoitecendo e eu aqui… na Flo-res-ta A-ma-zô-ni-ca”! Mas esse era apenas o início da história.

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